A entrada de estudantes estrangeiros em universidades americanas vem crescendo ano após ano, como mostra o relatório anual Open Doors, realizado pelo Instituto de Educação Internacional (IIE), no período acadêmico entre 2014/2015, onde foi registrado um total de 974.926 estudantes internacionais cursando o ensino superior nos EUA.

Ainda de acordo com o relatório, o Brasil é o 6º país com maior número de universitários em território norte-americano, mesmo com o dólar bem valorizado em relação ao Real. Muitos desses estudantes ingressam nas universidades americanas com bolsas por mérito acadêmico, esportivo ou pela combinação de ambos.

A vida universitária nos EUA é baseada no Campus, onde se tem a moradia, aulas, alimentação, treinos (para os estudantes que também são atletas), atividades extracurriculares, entretenimento, lazer, festas, oportunidades de trabalho, além do suporte a qualquer necessidade, seja com relação à saúde, comunicação com a família, adaptação, orientação curricular, de carreira, nos estudos, dentre outros diversos aspectos.

Os estudantes adquirem um amadurecimento notório desde o primeiro ano, não apenas pela convivência com pessoas do mundo inteiro, com culturas e hábitos diferentes, mas também porque aprendem a se virar sozinho, a ser responsável pelos seus atos, cumprir seus compromissos e perceber que seu desenvolvimento acadêmico, esportivo e pessoal, só depende dele mesmo.

O sistema de educação nos EUA é muito flexível e mais objetivo do que no Brasil, o que facilita a aprendizagem e os bons resultados. Os dois primeiros anos da graduação possuem disciplinas genéricas e a escolha da especialização só acontece nos dois últimos anos. A grade horária é bem variada e é o aluno que monta sua própria grade curricular e escolhe as matérias que quer fazer.

A atmosfera nas salas de aula é muito dinâmica, pois se espera que os estudantes expressem suas opiniões, defendam seus pontos de vista, participem de debates nas aulas e façam apresentações. Para participar dessas atividades e entender as palestras, o aluno deve cumprir com as tarefas e leituras que são exigidas pelos professores semanalmente.

Paralelamente aos deveres acadêmicos, os estudantes possuem inúmeras opções de lazer e entretenimento no Campus, para que eles possam relaxar, conhecer novas pessoas de diversos lugares do planeta, se divertir, praticar e assistir esportes, shows, peças de teatro, cinema, entre tantas outras atividades. É notório que as universidades americanas privam pela interação entre instituição e aluno, com o intuito de criar um vínculo que o estudante levará para toda a vida.

A cultura educacional norte-americana prioriza muito o Esporte e, o utiliza como ferramenta, não só para o desenvolvimento esportivo ou de formação pessoal do aluno-atleta, mas também como uma forma de interação e lazer entre todos da universidade independente da hierarquia. Há esportes que mobilizam a cidade inteira, com transmissões ao vivo pela televisão e internet.

Grande parte das universidades valorizam seus atletas e costumam oferecer bolsas que, variam de acordo com o nível esportivo, aliado ao desempenho acadêmico. Esses estudantes precisam se adaptar aos aspectos relacionados à meritocracia de cada instituição, ou seja, se um estudante conseguiu uma bolsa, tem de fazer por merecê-la!

A rotina dos estudantes que têm bolsas pelo esporte é muito intensa, pois geralmente eles possuem treinos em dois períodos, um focado na parte física pela manhã, por volta das 6h-7h e outro focado na parte técnica à tarde. Eles só podem definir sua grade curricular, após seu treinador(a) definir a grade treinos.

Além da performance esportiva, os alunos também são cobrados pelo desempenho acadêmico, o que faz com que se torne necessário que eles se atentem a necessidade de uma boa alimentação, ao descanso, a organização com relação aos estudos, entre outros fatores que possam influenciar em seus resultados.

Mesmo com essas obrigações a fantástica experiência de participar de uma equipe esportiva, só amplia ainda mais o número de oportunidades na vida universitária. Poder viajar pelos Estados Unidos através do esporte e conhecer novas pessoas, culturas e lugares, expande a visão de mundo desse estudante, deixando-o mais apto para se adaptar a ambientes diversos e cada vez mais competitivos, como os que se apresentam atualmente.

Outra possibilidade que o estudante-atleta consegue através do esporte nas universidades é o de trabalhar dando aulas durante as férias, que ocorrem durante o verão. Ademais a questão de ganhar um dinheiro extra, também é uma forma de ampliar ainda mais a rede de relacionamentos, pois se conhece pessoas que não são habituais em seu dia a dia no período letivo. Há relatos de estudantes que já conseguiram indicações de alunos, para estagiar em grandes empresas, por exemplo.

Fato, é que não faltam casos e histórias fantásticas de estudantes que tiveram sua formação acadêmica nos Estados Unidos. Essa gama de oportunidades, aliado ao propósito de providenciar uma experiência única, é para encantar qualquer jovem!

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